30 de agosto de 2011

As geléias que eu não abri.



Rubem Alves uma vez disse que mineiro faz poesia até com bagaço de laranja. Foi algo assim. Eu sou mineira, pode ser coincidência, mas hoja acordei fazendo poesia até com geléia.


Na verdade, estava com uma enorme vontade de comer a nova geléia de Blueberry que compramos na última ida ao mercado, mas nada no mundo me fazia abrir a geléia.


Pano de prato, faca, colher, apoio, toalha... e ela voltou para a geladeira.


Eu fiquei pensando: quantas são as geléias que a gente quer muito, mas desiste assim tão fácil?


Tudo parece tão difícil antes da gente conseguir, mas depois parece tão estranho como a gente achou difícil... quanto mais de esforço é necessário para abrir todas as geléias?


Quantas será que são as geléias que eu não abri?

1 comentários:

Ramon disse...

Faz a gente parar pra refletir :B